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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A importância da impressora 3D para a Medicina

Muitos problemas envolviam a medicina acerca de reconstituições ou correções de partes do corpo que eram improváveis de se fazer. Os profissionais da saúde com certeza se sentiam inquietos diante da impossibilidade de atuar nas suas áreas e consequentemente salvar vidas. No entanto, essa perspectiva vem mudando com o passar dos anos e da evolução da tecnologia.

Pode parecer que a área de tecnologia é totalmente distintas quanto a da saúde, o que não é verdade, pois todas procuram o bem-estar comum. Essa parceria pode ser ainda mais eficaz, com o surgimento de uma das maiores invenções do homem, a impressora 3D. O que antes parecia ficção científica ou era dado como "coisa de filme", hoje é uma realidade e já ajudou a salvar vidas e proporcionar uma experiencia de vida melhor para alguém que sofreu algum tipo de transtorno físico.

Ela já é utilizada em processos cirúrgicos, mais comumente em processos que envolvem a coluna. A importância da impressora é que ela possibilita uma cópia real da coluna. Com a visão da coluna, o médico pode planejar melhor as fases da cirurgia e, até mesmo, reconsiderar o procedimento. Isso facilita muito na forma como o médico vai lidar com a situação. É possível, também, substituir partes da coluna que foram danificadas em algum eventual acidente, somente para sustentação.

O caso mais impressionante é referente ao de um bebê que sofria de cardiopatia congênita, ou seja, o seu coração possuía falhas estruturais e funcionais. Em tempos atrás, seria natural que os médicos abrissem o coração da criança para poder analisar e estudar o caso mais afundo, porém o processo seria quase que fatal. Então os profissionais conseguiram financiamento do governo para produzir uma réplica perfeita do coração do bebê, inclusive com as falhas. Isso possibilitou a análise sem ter de abrir o órgão, fazendo com que eles salvassem mais uma vida graças a impressora 3D.

Acredita- se que no futuro as impressoras podem imprimir órgãos inteiros. E quando fala-se em órgão inteiros, pensa-se que eles venham sensíveis, com células artificiais interagindo com as células naturais do corpo humano. Ao que parece, isso não está longe de acontecer, pois a pele artificial com tato já foi produzida, mas ainda está nas primeiras fases de desenvolvimento. Diante disso, fica clara a importância que a inovação traz para o homem, mas é preciso que se façam mais testes e que o Governo nacional implante políticas de desenvolvimento científico, para incentivar que ideias como essa da impressora não sejam raras, mas comuns e eficazes.

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